passo debaixo do viaduto de comboio, pista de bicicletas, olho para os candeeiros de design (talvez moooi ou flos) nas casas do bairro novo a esquerda, fascinante olhar para a casa dos outros. paro no cruzamento em frente ao toko (as bicicletas nunca param para me deixar atravessar), na ponte de entrada para a cidade antiga olho para o cemiterio judeu, nunca vejo flores, as lapides estao gastas e a estrela de david mal se distingue, alguns textos dizem ser ainda em portugues, vem familiares aqui? depois o momento de decisao, ir em frente ou pelo parque, o caminho pelo parque mais curto mas cheio de caes. tenho medo de caes, no estacionamento sempre esta carrinha pao de forma verde, um dia quero uma assim forrada a papel! mais casas e o passadico que liga os dois edificios do que foi casa pastoral e teatro e onde hoje os projectos caem do tecto.





























