passo debaixo do viaduto de comboio, pista de bicicletas, olho para os candeeiros de design (talvez moooi ou flos) nas casas do bairro novo a esquerda, fascinante olhar para a casa dos outros. paro no cruzamento em frente ao toko (as bicicletas nunca param para me deixar atravessar), na ponte de entrada para a cidade antiga olho para o cemiterio judeu, nunca vejo flores, as lapides estao gastas e a estrela de david mal se distingue, alguns textos dizem ser ainda em portugues, vem familiares aqui? depois o momento de decisao, ir em frente ou pelo parque, o caminho pelo parque mais curto mas cheio de caes. tenho medo de caes, no estacionamento sempre esta carrinha pao de forma verde, um dia quero uma assim forrada a papel! mais casas e o passadico que liga os dois edificios do que foi casa pastoral e teatro e onde hoje os projectos caem do tecto.
woensdag 15 oktober 2008
in de ochtend (de manha)
por dia caminho 20 minutos, 10 para la, 10 para ca, entre o automovel e o local de trabalho (deixei definitivamente o comboio).
passo debaixo do viaduto de comboio, pista de bicicletas, olho para os candeeiros de design (talvez moooi ou flos) nas casas do bairro novo a esquerda, fascinante olhar para a casa dos outros. paro no cruzamento em frente ao toko (as bicicletas nunca param para me deixar atravessar), na ponte de entrada para a cidade antiga olho para o cemiterio judeu, nunca vejo flores, as lapides estao gastas e a estrela de david mal se distingue, alguns textos dizem ser ainda em portugues, vem familiares aqui? depois o momento de decisao, ir em frente ou pelo parque, o caminho pelo parque mais curto mas cheio de caes. tenho medo de caes, no estacionamento sempre esta carrinha pao de forma verde, um dia quero uma assim forrada a papel! mais casas e o passadico que liga os dois edificios do que foi casa pastoral e teatro e onde hoje os projectos caem do tecto.





passo debaixo do viaduto de comboio, pista de bicicletas, olho para os candeeiros de design (talvez moooi ou flos) nas casas do bairro novo a esquerda, fascinante olhar para a casa dos outros. paro no cruzamento em frente ao toko (as bicicletas nunca param para me deixar atravessar), na ponte de entrada para a cidade antiga olho para o cemiterio judeu, nunca vejo flores, as lapides estao gastas e a estrela de david mal se distingue, alguns textos dizem ser ainda em portugues, vem familiares aqui? depois o momento de decisao, ir em frente ou pelo parque, o caminho pelo parque mais curto mas cheio de caes. tenho medo de caes, no estacionamento sempre esta carrinha pao de forma verde, um dia quero uma assim forrada a papel! mais casas e o passadico que liga os dois edificios do que foi casa pastoral e teatro e onde hoje os projectos caem do tecto.
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Na Holanda:
BeantwoordenVerwijderen1. É fascinante olhar para a casa dos outros;
2. As bicicletas são, de facto, mais fortes que os peões;
3. São bonitos os cemitérios (ainda que delapidados);
4. Tenho pavor a cães (confesso que em qualquer parte do mundo).
Mas, sim...
As manhãs, a caminhar 10 minutos ou meia-hora,
são reconfortantes...
Cheira bem (daí)!
r
esse não é o candeeiro do ingo maurer?
BeantwoordenVerwijderensim um zettel'z.
BeantwoordenVerwijderen