
da viagem. ja estavamos a espera, mas ao segundo dia comecou a ficar pintalgado. engracado ver as maneiras diferentes de lidar com a coisa. aqui na creche as criancas comparam as borbulhas, as maes de excitacao fazem festas da varicella, nao va a crianca te-
la durante as ferias e assim ficam despachadinhos. nao fomos convidados a tempo. em lisboa 'a different aproach',
nao pode andar na rua e tome la esta tintura cor-de-rosa, que nao tem efeito nenhum, mas que garante que a sua crianca fica tao pintalgada que todos vao ver que anda contagiosa e fugir dela.seguimos a coisa mais ou menos a risca, compramos-lhe um aspirador para o prender em casa ate ao meio dia e evitamos os parques infantis e locais com outros meninos. ainda assim deu para explorar alguns. tambem diferentes. as maes falam com os meninos como se fossem adultos mas nao os corrigem quando empurram os outros e os pais fumam uma especie de cachimbo com substancias certamente ilicitas, empurrando alegremente o baloico a vez, enquanto a mae da um ‘bafozinho’. e tudo no mesmo parque. bizarro.

ja pusemos de lado uma ida no verao. comecamos a sofrer do sindroma do emigrante e a cidade desgasta-se de opcoes, leia-se opcoes para criancas que nos divertiamos-nos a brava. a ficar por aqui e a ir ao
mercado do queijos, ver um
museu mais a norte, andar de bicicleta no
kroller-muller entre rodins e ver
a azul, amarelo e vermelho e uma das versoes dos
girassois.
as borbulhas desapareceram e e esperar para ver se a T. tambem as tem, senao que venha uma festa.
entretanto trocaram-lhe o dia por calhar a um domingo.
o dia da rainha. hastear a bandeira, vesti-los de laranja, ver jogos populares e comprar quinquilharia no mercado livre ca do sitio. este ano vamos dar a volta a vila de lampiao na mao.