a maioria dos blogs nao sobrevive ao primeiro ano.
e agora o que escrever. as palavras cada vez de menos e a vontade proporcional ao aumento do monte de roupa para passar.
os pensamentos mais intimos nao sao para aqui chamados, e a descricao do dia a dia dos miudos, se fizeram chichi no bacio ou comeram a sopa toda nao vejo a quem interessar. podia por aqui umas letras d’umas musicas duma banda qualquer indie ou a receita do que comi ontem, com vegetais cujo nome nao sei traduzir ja cortadinhos em saquinhos onde e so juntar o molho, assim… so para encher.
puxa-se pela cabeca e nao sai nada. gostava de passar a ver os dias as cores, a segunda feira era azul, o sabado amarelo. ja chateia esta constancia monocromatica apesar dos dez dias seguidos de sol.
para a semana poem as fundacoes para o acrescento da sala la no jardim. tambem me sinto assim com os pes bem fundados a terra. estacas de metros e metros. nao ha como fugir. e tudo tao a serio.
e a porta do duche que nunca mais chega.